sexta-feira, 13 de julho de 2018

Criando o próprio futuro - O mercado de trabalho na era da competitividade total - Editora Ática - Simon Franco

Criando o próprio futuro - O mercado de trabalho na era da competitividade total - Editora Ática - Simon Franco - 183p. - Leitura finalizada em 16 de Julho de 2018.

Notas minhas:

  • Autor trabalhou com recrutamento e seleção há muitos anos.
  • Adequação a um contexto de mudança constante.
  • As mudanças podem ser aplicadas na parte mais importante do negócio, não necessariamente precisando ser aplicadas no negócio todo na fase inicial. Depois elas podem ser estendidas às outras áreas.
  • O currículo é como uma resposta a uma carta (abertura da vaga), e deve ser feito de maneira que seja interessante a leitura para o entrevistador.
  • Como as cargas de trabalho atuais podem ser estressantes e até pesadas, é importante que a pessoa cuide do seu condicionamento físico, através de exercícios, por exemplo, e do seu estado mental.


M.Sc. Lucas Tiago Rodrigues de Freitas agradece sua leitura. Lembre-se de deixar seu comentário, caso seja necessário realizar alguma correção ou melhoria no material.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Gerenciando a crise - Harvard Business Essentials - Richard Luecke - Consultoria de Larry Barton

Gerenciando a crise - Harvard Business Essentials - Richard Luecke - Consultoria de Larry Barton - 166p. - Leitura finalizada em 10 de Julho de 2018.
Notas minhas:
  • Avaliar os perigos em potencial
    • Calcular o valor esperado da potencial crise
  • Evitar o que puder ser evitado
  • Planejar-se para o que pode acontecer
  • Reconhecer a crise
    • Cuidado com o orgulho e subestimação da situação
  • Contenção da crise
    • Comunicar-se amplamente: sinceridade e adequação ao público
  • Solução da crise
    • estar presente (conforme a necessidade)
  • Lidar bem com a mídia
    • Definir os porta-vozes de acordo com o público (acionistas, funcionários, comunidade local, etc).
  • Lições aprendidas com a crise
    • registrar as lições aprendidas com a crise para aproveitamento em situações futuras


M.Sc. Lucas Tiago Rodrigues de Freitas agradece sua leitura. Lembre-se de deixar seu comentário, caso seja necessário realizar alguma correção ou melhoria no material.

domingo, 8 de julho de 2018

Pesquisa Operacional - Análise de Sensibilidade - Treino - 05/07/2018

Pesquisa Operacional - Análise de Sensibilidade - Treino - 05/07/2018

Pág. 95 da apostila da professora Maria da Penha

Maximizar:
L = 8 . x1 + 2 . x2

Matriz resultante para análise:

x1x2S1S2S3S4L
021-10004
11/201/20004
0-1/20-1/210016
010001028
020400132

Novo x1:
x1 + 1/2 = 4
x1 = 7/2 = 3,5

Novo S1:
S1 + 2 = 4
S1 = 2

Novo S3:
S3 + (-1/2) = 16
S3 = 16 + 1/2 = 33/2 = 16,5

Novo S4:
S4 + 1 = 28
S4 = 27

Novo L:
L + 2 = 32
L = 30

Variações:
∆x1 = 3,5 - 4 = -0,5
∆S1 = 2 - 4 = -2
∆S3 = 16,5 - 16 = 0,5
∆S4 = 27 - 28 = -1
∆L = 30 - 32 = -2

A cada unidade de x2 produzida, o lucro será reduzido em 2 unidades monetárias.

M.Sc. Lucas Tiago Rodrigues de Freitas agradece sua leitura. Lembre-se de deixar seu comentário, caso seja necessário realizar alguma correção ou melhoria no material.

Pesquisa Operacional - Canto Noroeste e Custo Mínimo - Treino - 05/07/2018

Pesquisa Operacional - Canto Noroeste e Custo Mínimo - Treino - 05/07/2018

Resolução do exercício 2 da página 121 da apostila da professora Maria da Penha.

Método do Canto Noroeste

NoroesteNorte
OesteLeste
Sul

Ou seja, utiliza-se a célula da matriz posicionada ao noroeste da folha de papel para a alocação dos recursos.

Como a demanda (10 + 10 + 10 + 10 = 40) é igual a oferta (12 + 17 + 11 = 40), o problema está equilibrado.

Passamos então, à alocação de recursos pelo método do canto noroeste.

Distância
até CD1
Distância
até CD2
Distância
até CD3
Fabrica
Fábrica 110802130-40-70
12
12-10=2
2 - 2 = 0
Fábrica 2-1108140960-100
17
17- 8 = 9
9 - 9 = 0
Fábrica 3-60-1201801090
11-1 =10
10-10 =0
Demanda
por CD
10
10-10=0
10
10-2 = 8
8 - 8 = 0
10
10 - 9=1
1 - 1 = 0
10
10 - 10 = 0

Cálculo do custo:
Custo de pedir = 5000,00
Custo por distância = 50,00

Custo pelo método do Canto Noroeste = 5000 + 50 (10 . 80 + 2 . 130 + 8 . 140 + 9 . 60 + 1 . 80 + 10 . 90) = 190000,00 unidades monetárias


Resolvendo o mesmo problema pelo método do custo mínimo

Como a demanda (10 + 10 + 10 + 10 = 40) é igual a oferta (12 + 17 + 11 = 40), o problema está equilibrado.

Passamos então, à alocação de recursos pelo método do canto noroeste.

Distância
até CD1
Distância
até CD2
Distância
até CD3
Fabrica
Fábrica 1-80-1301040270
12
12-10=2
2 - 2 = 0
Fábrica 2-11010140-607100
17
17- 7 =10
10-10=0
Fábrica 31060-120-80190
11-10 =1
1-1 =0
Demanda
por CD
10
10-10=0
10
10-10= 0
10
10-10=0
10
10 - 2 = 8
8 - 1 = 7
7 - 7 = 0

Cálculo do custo:
Custo de pedir = 5000,00
Custo por distância = 50,00

Custo pelo método do Custo Mínimo = 5000 + 50 (10 . 40 + 2 . 70 + 10 . 140 + 7 . 100 + 10 . 60 + 1 . 90) = 171500,00 unidades monetárias.


Comparando-se os dois métodos, verifica-se que o método do Custo Mínimo (171500,00) apresentou um custo menor que o método do Canto Noroeste (190000,00). Logo, ele deve ser o método escolhido para alocação de recursos com o menor custo.


M.Sc. Lucas Tiago Rodrigues de Freitas agradece sua leitura. Lembre-se de deixar seu comentário, caso seja necessário realizar alguma correção ou melhoria no material.

Pesquisa Operacional - Dualidade - Treino - 05/07/2018

Pesquisa Operacional - Dualidade - Treino - 05/07/2018

Minimize g:
g = y1 + 4 . y2

sujeito a:
2. y1 + 4 . y2 ≥ 18
y1 + 5 . y2 ≥ 15

Observação: o problema é resolvido pelo método da dualidade porque o método SIMPLEX trabalha com maximizações, e as restrições de "≥" necessitam de minimizações, para minimizar a função objetivo g. Assim, geramos a matriz Primal A, transpomos a Primal A e obtemos a Dual AT, que será utilizada no método SIMPLEX, podendo ser maximizada.

Primal A

2418
1515
14g

Dual AT

211
454
1815f

Sujeito a:
2. y1 + y2 ≤ 1
4 . y1 + 5 . y2 ≤ 4

Maximizar:
18. y1 + 15 . y2 = f

Preparando para o SIMPLEX:
- 18. y1 - 15 . y2 + f = 0

Restrições:
R1: 2. y1 + y2 + S1 = 1
R2: 4 . y1 + 5 . y2 + S2 = 4

Pivotagem:

Matriz A

Cálculos
y1
y2
S1
S2
f
cálculo do
menor coeficiente
positivo
R1
2
1
1
0
0
1
2/1=2
R2
4*
5
0
1
0
4
4/4 =1*
R3
-18*
coluna pivô
-15
0
0
1
0


Matriz B

Cálculos
y1
y2
S1
S2
f
R1' = -2 . R2' + R1
0
-3/2
1
-1/2*
0
-1*
R2' = R2/4
1
5/4
0
1/4
0
1
R3' = 18.R2' + R3
0
15/2
0
9/2
1
18

Matriz C

Cálculos
y1
y2
S1
S2
f
cálculo do
menor coeficiente
positivo
R1'' = -2 . R1'
0
3
-2
1
0
2
2 / -2 = -1
R2'' = -1/4 . R1'' + R2'
1
1/2*
1/2
0
0
1/2
1/2 / 1/2 = 1*
R3'' = -9/2 . R1'' + R3'
0
-6*
9
0
1
9


Matriz D

Cálculosy1y2S1S2f
R1''' = -3 . R2''' + R1''-60-5*10-1*
R2''' = 2 . R2''211001
R3''' = 6 . R2''' + R3''120150115


Matriz E

Cálculosy1y2S1S2f
cálculo do
menor coeficiente
positivo
R1'''' = -1/5 . R1'''6/5*01-1/501/51/5 / 6/5 = 1/6*
R2'''' = -1 . R1'''' + R2'''4/5101/504/54/5 / 4/5 = 1
R3'''' = -15 . R1'''' + R3'''-6*003112


Matriz F

Cálculosy1y2S1S2f
R1''''' = 5/6 . R1''''105/6-1/601/6
R2''''' = -4/5 . R1''''' + R2''''01-2/31/302/3
R3''''' = 6 . R1''''' + R3''''0052113


Pivotagem encerrada.
Lembrando que as respostas saem das sobras do Simplex da DUAL: S1 para y1, e S2 para y2.
Assim:
y1 = 5
y2 = 2
Maximiza f em 13, ou seja, minimiza g em 13 unidades.

Conferindo as restrições para verificar resposta.
Sujeito a:
2. y1 + 4 . y2 ≥ 18
  • 2 . 5 + 4 . 2 = 10 + 8 = 18
y1 + 5 . y2 ≥ 15
  • 5 + 5 . 2 = 15
Como as restrições foram atendidas, a resposta está correta. Devendo então, serem utilizadas (produzidas ou compradas) 5 unidade de y1 e 2 unidades de y2.



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sábado, 7 de julho de 2018

Solda aluminotérmica - Solda em trilhos



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Estradas de Ferro - Prova 1 - 20/04/2018

Estradas de Ferro - Prova 1 - 20/04/2018

Informações dadas:






Questão 1)
Sobre a grade da via, responda:

a) O que são talas de junção? Para que são usadas?
b) Fale sobre as soldas nos trilhos. Quais os tipos, características, vantagens e desvantagens.
c) Indique a diferença entre fixações rígidas e elásticas.
d) Quais são as principais funções que a placa de apoio precisa proporcionar?

Resolução minha:
a)
Talas de junção são elementos que fixam os trilhos entre si. São utilizadas para fazer as "emendas", ligando e mantendo unidos um trilho ao outro.

b)
As soldas nos trilhos permitem a utilização dos "Trilhos Longos Soldados". Os trilhos podem ser soldados através da técnica aluminotérmica, no próprio local de instalação da ferrovia.
A utilização dos trilhos longos soldados evita o desgaste onde haveria a necessidade de instalação de talas com folgas nos trilhos, aumentando a durabilidade da obra.
A desvantagem da solda pode estar relacionada com a dificuldade de transporte de trilhos muito longos até o local em que serão instalados, o que pode ser evitado com a solda sendo realizada no próprio local da instalação do trilho.

c)
Fixações rígidas travam o trilho ao dormente sem permitirem variações de dilatação nas peças.
Fixações elásticas permitem certas variações relativas à dilatação dos materiais fixados.

d)
A placa de apoio precisa proporcionar boa adesão entre o trilho e o dormente, permitindo uma boa distribuição de carga e garantindo a fixação entre os elementos (trilho e dormente).


Questão 2)
Sobre a fundação da via, responda:

a) Descreva as principais funções que a camada de lastro deve atender.
b) Quais são as principais dimensões que precisam ser definidas no projeto da camada de lastro?
c) Explique sobre a atividade de socaria do lastro.
d) Enumere as principais funções do sublastro e os requisitos que o material granular deve atender.

Resolução minha:
a)
A camada de lastro deve atender as funções de dissipação de cargas no sublastro, drenagem da via férrea, e suporte da via.

b)
Altura do lastro
Largura da ombreira:
- 30 cm para vias com trilhos longos soldados
- 20 cm para vias com alta densidade de tráfego sem trilhos longos soldados
- 15 cm para as demais.
Talude do lastro com inclinação não superior a (1:1,5 - Altura:base)
Altura da camada de lastro sobre os dormentes: deve varia entre 40 e 20 cm nas vias de bitola larga e normal e entre 30 e 15 cm nas vias de bitola estreita.
Espessura: poderá ser aumentada atá tingir o valor do afastamento face a face dos dormentes

c)
A socaria do lastro trata de um procedimento para a fixação dos dormentes no lastro, o que pode ser realizado por uma máquina que soca o lastro ao redor do dormente, compactando-o para um melhor ajuste do dormente na via férrea.

d)
As principais funções do sublastro são dissipar as cargas recebidas da camada de lastro no solo e manter a drenagem da via.
O material granular deve ser resistente à corrosão e ao peso, para evitar um desgaste precoce da obra.


Questão 3)
Sobre os veículos ferroviários, responda:

a) Quais os tipos de veículos tratores são usados nos dias de hoje? Quais as suas características?
b) Fale sobre os eixos e a carga que podem suportar os veículos rebocados.
c) Como são classificados os veículos ferroviários?
d) Que tipo de carga o vagão do tipo gôndola pode transportar?

Resolução minha:

a)
- Locomotiva elétrica: locomotivas com motores elétricos utilizadas para transporte de carga e passageiros (meios urbanos, metrôs...).
- Locomotiva diesel-elétrica: utilizada para transporte de cargas e passageiros (EFVM, ALL...).
- Locomotivas à vapor, óleo e carvão: utilizadas em trechos turísticos históricos.

b)
Os veículos rebocados podem transportar cargas ao redor de 100 toneladas por vagão (dependendo do modelo de vagão).
Dependendo do tipo de carga, os eixos podem ser projetados para ficarem mais próximos ou mais afastados entre si.

c)
Os veículos ferroviários podem ser classificados conforme o seu uso: locomotivas tracionam o trem, vagões levam as cargas e pessoas.
Os vagões podem ser classificados em vários tipos, como gôndola, hopper, isotérmico...

d)
O vagão gôndola pode transportar granéis sólidos e produtos diversos que podem ser expostos ao tempo.


Questão 4)
Calcule:

a) a perda de massa máxima admitida para o boleto em quilogramas por metro para um trilho TR-45
b) a carga máxima que deve gerar este desgaste, para uma curva de raio de 350 metros.


Resolução minha:
a)
a perda de massa máxima admitida para o boleto em kg / m para um trilho TR-45:
∆padmissível = 25%. Áreaboleto . ρ / Áreaseção = 25% . 36% . 44,65 = 4,0185 kg / m

b)
a carga máxima que deve gerar este desgaste, para uma curva de raio de 350 metros:
∆p' = 433 / R = 433 / 350 = 1,237 kg / m

Fator de desgaste do trilho na curva de raio de 350 metros:
4,0185 / 1,237 = 3,248

Como a perda de massa em curva por unidade de comprimento do trilho é de 9,072 . 106:
3,248 . 9,072 . 106 = 29,4658 . 106 = 29.465.856 toneladas de carga para gerar o desgaste máximo.


Questão 5)
Temos um trilho TR-57 com 1.000 metros de comprimento, assentado a uma temperatura Tassentamento = 30°C ± 5°C, com fixadores que resistem r = 4,0 kN / m.
Calcule a dilatação nas extremidades dos trilhos e as tensões de compressão e tração para uma variação de temperatura de Tmínima = 0°C a Tmáxima = 60°C.


Resolução minha:
Trilho TR-57
Comprimento = 1000m
Tassentamento = 30°C ± 5°C
fixadores: r = 4,0kN / m

Faixa de variação de temperatura:
média
|-----------|30°C|-----------|

faixa de compressão:
|------|25°C|---------|60°C|
∆T = 25°C - 60°C = -35°C
faixa de tração:
|0°C|-----------|35°C|-----|
∆T = 35°C - 0°C = 35°C

Cálculo da dilatação nas extremidades dos trilhos:

Comprimento variável: Ld

Compressão
∆T = 25°C - 60°C = -35°C

Ldcompressão = E . S . α . ∆T / r = 210 . 109 . 72,58 . 10-4 . 115 . 10-7 . (-35) / (4 . 10³) = - 153,37 metros

Tração
∆T = 35°C - 0°C = 35°C

Ldtração = E . S . α . ∆T / r = 210 . 109 . 72,58 . 10-4 . 115 . 10-7 . (35) / (4 . 10³) = 153,37 metros


Dilatação na extremidade do trilho: U

Compressão

U = r . Ldcompressão² / (2 . E . S) = 4 . 10³ . (-153,37)² / (2 . 210 . 109 . 72,58 . 10-4) = 0,0308 m = 3,08 cm

Tração

U = r . Ldtração² / (2 . E . S) = 4 . 10³ . (153,37)² / (2 . 210 . 109 . 72,58 . 10-4) = 0,0308 m = 3,08 cm


Tensões

Compressão

σmáxima = N / S = E . S . α . ∆T / S = E . α . ∆T = 210 . 109 . 115 . 10-7 . (25 - 60) = - 84525000 N/m² = -84525 kN / m² = -8,4525 kN / cm²

Tração

σmáxima = N / S = E . S . α . ∆T / S = E . α . ∆T = 210 . 109 . 115 . 10-7 . (35 - 0) = 84525000 N/m² = 84525 kN / m² = 8,4525 kN / cm²



M.Sc. Lucas Tiago Rodrigues de Freitas agradece sua leitura. Lembre-se de deixar seu comentário, caso seja necessário realizar alguma correção ou melhoria no material.

Criando o próprio futuro - O mercado de trabalho na era da competitividade total - Editora Ática - Simon Franco

Criando o próprio futuro - O mercado de trabalho na era da competitividade total - Editora Ática - Simon Franco - 183p. - Leitura finalizada...