quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Teologia da Libertação - Prof. Felipe Aquino (Org.)

Teologia da Libertação - Prof. Felipe Aquino (Org.) - Leitura finalizada em: 26 de Setembro de 2015.
  • Notas minhas:
    • Existem várias linhas de estudo denominadas como "Teologia da Libertação". O foco estudado no livro é relacionada às linhas extremistas, de cunho marxista.
    • A Teologia da Libertação passa a misturar ideias marxistas no culto e no convívio religiosos, acirrando a danosa disputa entre classes, opondo ricos e pobres.
    • A Igreja é para todos, não apenas para os ricos, e não apenas para os pobres. A "preferência" pelos pobres não quer e não pode ser uma "exclusividade" pelos pobres, pois Jesus é o caminho da salvação para todos.
    • O pobre bíblico não deve ser confundido com o conceito marxista de proletariado.
    • A pessoa deve alcançar a liberdade seguindo o amor, seguindo os mandamentos de Deus, se purificando do pecado.
    • A substituição de estruturas sociais por outras através de violência, na disputa de classes (ricos versus pobres), não resolve o problema das injustiças sociais, abre espaço para corrupção, tira a liberdade religiosa do povo.
    • O povo, a sociedade, deve alcançar elevados níveis de melhoria social a partir da busca da santidade, do amor, da eficiência no serviço ao próximo, sem que isso passe necessariamente pelo violento caminho da luta de classes.
    • Deus é para todos. É pelo amor de Deus que se chega à Salvação. Pelos Seus mandamentos e Seu amor é que se cresce na vida.
    • Não se deve confundir a vida terrena com a vida futura. Por mais que queiramos melhorar a vida terrestre, devemos ter em mente que aqui é onde devemos nos preparar para a vida futura. O paraíso é depois da vida terrena. Isso não significa que se deve deixar a corrupção reinar aqui na Terra. É preciso trabalhar com amor, e não gerando mais ódio e violência (com a luta de classes), para que o mundo melhore.
    • A Igreja é Universal: não há uma igreja de ricos e uma igreja de pobres, a Igreja é de todos, para todos. Pregações tendenciosas para a luta de classes e divisões entre os membros da Igreja prejudicam o desenvolvimento do ser humano no seguimento do amor de Deus. A Igreja não é lugar de disputas entre classes sociais. Jesus é para todos.
    • Povo não é apenas uma classe social pobre (proletariado), mas todas as pessoas da nação, do mundo: Povo Brasileiro, Povo Argentino, Povo Inglês, Povo da Terra. Criar divisões sociais por nível de riqueza gera ódio e violência, perseguições e regimes políticos intolerantes, que acabam por perseguir a religiosidade da população.
Lucas T R Freitas

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