sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O amor não cansa nem se cansa - São João da Cruz

  • O amor não cansa nem se cansa - São João da Cruz - Leitura finalizada em 30 de Julho de 2014.
    • Nota minha: muito bom! Dá vontade de postar muitos dos pensamentos no blog. Simples. Fácil. Direto. Uma riqueza inestimável.
      • Homens como Francisco de Assis e São João da Cruz podem ser tidos como loucos para quem analisa individualmente a história de cada um deles, sem levar em conta o que acontecia à volta deles. O conceito de nobreza (vitalício) atrelado à riqueza levava a disparates terríveis. Pessoas se perdiam em mares de burrice, desperdiçando a vida humana, sua e dos outros. O dinheiro era jogado fora. A riqueza era desperdiçada em perucas, maquiagem, maus hábitos. O tempo era jogado fora em bebedeiras, desregramentos. A fofoca tomava conta. As virtudes eram tidas como coisas de loucos. E assim, Francisco e João foram tidos como loucos, ao abandonarem tudo, para ter Tudo. O Sacrifício de João e Francisco não seria necessário, se a burrice no mundo fosse menor. Eles teriam passados despercebidos.
      • Ainda que o exemplo de pobreza de espírito (desapego) já tivesse sido dado por muitas outras pessoas, São João da Cruz tem um foco especial: Deus. Puramente Deus. Somente Deus. Qualquer outra coisa a que possamos nos agarrar no caminho da vida não passará de um penduricalho que nos desviará de atingir a meta amar a Deus sobre todas as coisas. Pois deve-se superar os sentidos, deve-se superar as emoções, deve-se superar tudo, pois Deus é mais do que qualquer coisa que possamos conceber em nossa inteligência. Deve-se ter o desapego de tudo, para se ter Tudo. Enquanto olhamos o fogo, a luz, o DNA, estamos nos prendendo a criaturas, e não ao Criador. Deus supera todas as suas obras. João da Cruz nos diz para irmos a Deus, leves, sem carregar nada. Subir o monte sem carga, sem distrações. Afinal, as preocupações que ocupam a mente acabam por piorar ainda mais a resolução dos problemas que temos de resolver. Desapego de tudo, para ter Tudo.

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    Que a estrada se abra à sua frente,
    Que o vento sopre levemente em suas costas,
    Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
    Que a chuva caia de mansinho em seus campos,
    E, até que nos encontremos, de novo, que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos!


    Obrigado pelo seu comentário.

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